Alterações ao trânsito no Marquês de Pombal e na Avenida da Liberdade começam hoje

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Populares atravessam numa passadeira junto à rotunda do Marquês de Pombal, no início das obras de alteração de trânsito, 27 de agosto de 2012 em Lisboa. (ACOMPANHA TEXTO) TIAGO PETINGA/LUSA
Lisboa, 16 set (Lusa) – Os automobilistas que circularem hoje pelo Marquês de Pombal e pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, vão encontrar muitas mudanças, que passam por terem duas rotundas no Marquês e sentidos de trânsito diferentes na avenida.
A câmara municipal decidiu alterar o trânsito para tentar tirar carros e poluição poluentes naquela zona da cidade.
Hoje, o Marquês vai acordar com duas rotundas – uma interna e uma externa - e a Avenida da Liberdade com apenas uma faixa central para veículos particulares e outra para o transporte coletivo.
A rotunda interior do Marquês de Pombal corresponde à já existente e dará acesso à rua Joaquim António de Aguiar, à Avenida Fontes Pereira de Melo e à Avenida da Liberdade.
A rotunda exterior será usada também pelos transportes públicos e permitirá o acesso à Rua Braancamp e à Avenida Duque de Loulé.
Quanto à Avenida da Liberdade, além da redução das faixas centrais, as faixas laterais deixam de ser de atravessamento e passam a ser faixas para trânsito local.
Os automobilistas têm de ter em atenção que, nas laterais, o sentido do trânsito á alterado: quando se desce a avenida, o trânsito na faixa lateral será para subir e quando se sobe, o trânsito na lateral será a descer.
Nas faixas laterais, a velocidade máxima permitida vai ser de 30 quilómetros/hora (km/hora).
Já nas faixas centrais, será permitido circular a uma velocidade máxima 50 km/hora e, para garantir que ninguém exceda, serão colocados semáforos limitadores de velocidade ao longo da via.
Além destas alterações, a câmara decidiu que será possível descer a Rua Braancamp, o que já não acontecia há vários anos, e que também se vai subir a rua Barata Salgueiro.
Todas estas alterações serão feitas a título experimental e vão decorrer até final de dezembro. Depois disso, a câmara de Lisboa vai decidir se se tornam definitivas ou não.
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