Angela Merkel defende continuação de austeridade em Portugal

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epa02389460 Germany Chancellor Angela Merkel speaks to journalists at the end of her official meeting with president Traian Basescu (unseen), at Cotroceni Presidential Palace in Bucharest, Romania, 12 October 2010. Merkel is on a one-day visit to Romania. EPA/ROBERT GHEMENT
Berlim, 17 set (Lusa) - A chanceler alemã, Angela Merkel, voltou hoje a defender a redução das dívidas públicas e reformas estruturais como solução para a crise na Espanha e em Portugal, mesmo que para isso tenham de passar por uma fase de recessão.
“Por causa do elevado endividamento, os mercados financeiros internacionais hesitam em investir na Europa, por isso, temos de mostrar de forma convincente que aprendemos com os erros do passado, e respeitar o Pacto de Estabilidade, foi para isso que aprovámos o Tratado Orçamental", disse a chefe do Governo alemão em conferência de imprensa, em Berlim.
Se os países mais vulneráveis contraírem menos dívidas, naturalmente que terão uma fase recessiva, mas simultaneamente é preciso fazer uma política de novo orientada para o crescimento, e como há pouca margem de manobra, têm de se fazer reformas estruturais, que não custam dinheiro", acrescentou Merkel.
A chanceler sublinhou ainda que “em Espanha por um lado há um momento recessivo, mas simultaneamente aumentam as exportações e os postos de trabalho na indústria, só que isso ainda não é tão forte que anule a outra tendência", admitiu.
Merkel voltou também a defender a recente decisão do Banco Central Europeu (BCE) de comprar ilimitadamente dívida pública de países-membros, contestada, no entanto, pelo presidente do Banco Central Alemão, Jens Weidmann.
A dirigente democrata-cristã advertiu, simultaneamente, que a atual crise “deve ser resolvida por via política", mostrando-se convicta de que essa é a opinião de Weidmann.
A decisão do Banco Central Europeu “é justificada no âmbito da sua missão de manter a estabilidade monetária, e o seu mandato é claramente delimitado pelos Tratados Europeus, e a política orçamental não é da sua competência", vincou a chanceler federal.
Merkel anunciou ainda que em novembro haverá uma cimeira extraordinária da União Europeia para clarificar a atribuição de verbas aos Estados-membros no âmbito do orçamento comunitário de 2014 a 2020, “e para que estes saibam que meios terão para promover o crescimento e o emprego".
FA.
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lembro das liçoes da historia recente de portugal:
quando tinhamos os nossas provincias ultramarinas.
os nossos amigos americanos,financiavam a unita;para matar as nossas tropas.
os russos financiavam o mpla, para matar os nossos irmaos.
os nossos amigos chineses, financiavam a fnla, para matar os nossos heroicos soldados......MORAL DA HISTORIA ;OS NOSSOS (QUERIDOS AMIGOS) ,AMERICANOS, RUSSOS E CHINESES.......AJUDAVAM MATAR AS NOSSAS GLORIOSAS FOÇAS ARMADAS, PARA NOS ROUBAREM AS NOSSAS RIQUESAS......NO ULTRAMAR.
AGORA TEMOS OS NOSSOS AMIGOS:TROIKA ,U.EUROPEIA(MERKEL),E O FMI.
PARA NOS ........pensem....(AJUDAR) a roubar A NOSSA SOBERANIA.
PARA SERMOS ESCRAVOS ,DELES.
SEM INDUSTRIA,SEM EMPREGOS,SEM PATRIMONIO.
COM A AJUDA DOS NOSSOS QUERIDOS (POLITICOS ATUAIS).
E AINDA POR CIMA VOTARAM NESSES VAMPIROS KE SO´NOS SABEM SUGAR O NOSSO SANGUE........MORAL DA HISTORIA............................................ ESTAMOS RODEADOS DE AMIGOS POR TODO O LADO................................PENSEM NISTO E MEDITEM.........
SO´TEMOS TRAIDORES POR TODO O LADO.
ABRAM OS OLHOS................................................KE JA E´TEMPO........
A HISTORIA AFINAL REPETE-SE.
Todos nós sabemos quem se aproveitou do dinheiro de Bruxelas.
Todos nós conhecemos os Freeport's, BPN,BPP, Dividas escondidas , reformas e subsidios milionarios, submarinos...
É só ir busca-lo de volta.
Nao conheco ninguem da tal Grandola com sinais exteriores de super riqueza, ou vao-me dizer o ****nhal o levou com ele para a cova?
A resposta que o povo português devia a dar a esta senhora era exigir um referendo acerca da nossa permanência ou não na moeda única. A nossa continuidade na moeda única só beneficia os bancos alemães, que estão a enriquecer à ****ssta do nosso empobrecimento, cobrando juros usurários imorais e inaceitáveis. Devemos revoltar-nos contra isso e exigir mecanismos de control da nossa moeda, pois desse modo poderiamos suavisar as difi****ldades que estamos a suportar.
A usura ainda há pouco mais de duzentos anos era algo inaceitável nas sociedades civilizadas ocidentais. Não percebo como hoje se aceita sem qualquer oposição.
Esse é o deficite que os portugueses têm: falta de democracia nas decisões relativas á nossa permanência na UE.
Os senhores detentores do poder em Portugal carecem de legitimidade nessa matéria, porque nunca sofragaram as decisões que tomaram nos vários assunto inerentes à nossa adesão e permanência nesse grupo.
Alienaram soberania que também me pertencia, pois herdei-a dos meus antepassados que possuem a cidadania portuguesa, pelo menos desde o Sé****lo XIV, nunca me foi perguntado se eu concordava ou não com as decisões que foram tomadas. Eu godstaria de fazer valer a força da minha vontade, mas fui impedido.
Os governantes portugueses e o Senhor Presidente da República esquecem-se que o que lhe dá legitimidade para decidirem é o voto dos eleitores, não é nenhuma qualquer organização estrangeira, por isso, que se lixe a troika.
Devolvam-me os meus direitos!
tem toda a razão e como dizia A.J.Jardim andaram 38 anos a cantar o Grandola V.M. e julgavam que o dinheiro nascia da terrae ainda há milhões de pessoas neste País que não obstante tudo o que se está a passar por tudo e por nada pedem que o estado faça e aconteça como se o dinheiro não tivesse acabado e mais ninguém nos empresta.
É triste ainda ver Camaras Municipais a gastarem o dinheiro dos nossos impostos levando de graça cidadãos ao Preço Certo etc etc,.....
Nazi de ****! Já se viu o que pode vir de gente desta que já levou o mundo a duas grandes guerras, por causa da mentalidade deles! Não são exemplo para quem quer que seja. Ela não quer saber das pessoas, essas sim são as que sofrem, não a **** dos governos que aplicam as medidas... Ela que vá para o inferno!




















