Professores continuam em vigília

À porta do Ministério da Educação
Na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa, junto ao Ministério da Educação, a vigília dos professores já ultrapassa as 26 horas.
A vigília de professores que se iniciou esta quinta-feira, e que tem como objectivo a manifestação contra o novo modelo de avaliação de docentes proposto pela ministra da Educação, segue de “pedra e cal”.
28 horas depois da vigília ter começado, os professores garantem não desistir. “Fico aqui o tempo todo que for preciso e sempre. Estou sempre preparada porque este é um assunto muito sério”, defendeu Helena Gonçalves, que veio de propósito de Albufeira, no Algarve, para a vigília, de acordo com a TSF.
Durante a vigília, que termina esta noite, houve intervenções de deputados das diversas bancadas parlamentares, com excepção da do PS.
Os deputados António Filipe (PCP), Heloísa Apolónia (Os Verdes), Alda Macedo (Bloco de Esquerda), Emídio Guerreiro (PSD) e José Paulo Carvalho (CDS-PP) manifestaram solidariedade com a luta dos professores e criticaram, sobretudo, a “teimosia e a arrogância” do Governo na questão da avaliação, avança a mesma fonte.

