Bastonário dos Advogados espera que PR seja aconselhado a nomear governo de salvação nacional

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O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, durante uma reunião com os representantes dos municípios que deverão ficar sem tribunais, no âmbito da reorganização do mapa judiciário, com o objetivo de trocar opiniões sobre a proposta do Governo, esta tarde, na Sede da Ordem dos Advogados, em Lisboa, 29 fevereiro 2012. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Funchal 21 set (Lusa) – O bastonário da Ordem dos Advogados disse hoje esperar que o Presidente da República seja aconselhado a nomear um governo de salvação nacional, considerando que devido à crise PSD e PS “não podem estar numa dialética de oposição”.
“Como patriota que sou, espero que o Conselho de Estado aconselhe o Presidente da República a tomar uma decisão patriótica, nomear um governo de salvação nacional, um governo liderado pelo PSD, mas integrando o Partido Socialista”, afirmou à agência Lusa, no Funchal, Marinho Pinto.
O bastonário, que se encontra na Madeira para participar numa tertúlia com jovens advogados, sustentou que face à crise “os dois maiores partidos do arco do poder não podem estar numa dialética de oposição, têm que convergir para as soluções que o país precisa”.
“A gravidade dos problemas que o país atravessa exige que as soluções não sejam encontradas no quadro restrito de opções ideológicas e específicas de cada partido, mas sim no quadro de opções de futuro que os principais partidos encontrem à mesa das negociações”, preconizou Marinho Pinto.
Para o dirigente da Ordem dos Advogados, o PS “é importante para esse projeto”, partido que, no seu entender, “não pode estar na comodidade da oposição num momento destes”, além de que, “neste último ano, deu muitas provas de responsabilidade e fez menos oposição do que o outro parceiro da coligação”.
“E isto é muito importante que seja tido em conta pelas entidades responsáveis deste país”, declarou Marinho Pinto, salientando que o Chefe de Estado é o “garante do regular funcionamento das instituições democráticas”.
O Presidente da República reúne hoje o Conselho de Estado para analisar a crise da Zona Euro e a situação nacional, marcada pela contestação à Taxa Social Única (TSU) e pelo clima de instabilidade na coligação governativa.
A reunião do órgão político de consulta do Presidente da República foi anunciada na passada sexta-feira, uma semana depois de o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter anunciado novas medidas de austeridade para 2013, na sequência da quinta avaliação da ‘troika’ ao Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal.
O anúncio do aumento das contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social de 11 para 18 por cento e da redução da taxa devida pelas empresas de 23,75 para 18 por cento foi a medida que suscitou mais contestação junto da maioria dos setores políticos e sociais.
A reunião do Conselho de Estado está marcada para a 17:00, no Palácio de Belém, e contará, na primeira parte, com a presença do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar.
Marinho Pinto acrescentou que “os objetivos do Governo falharam” e que os “medicamentos” utilizados “para atalhar a doença do país” agravaram os seus males, considerando que, neste momento, o primeiro-ministro “não lidera nada neste país”.
“O dr. Passos Coelho não lidera o país, depois destas manifestações (…) porque o país está contra”, referiu, sustentando: “Não lidera o Governo, porque, como vimos, o parceiro da coligação fez o que fez, não lidera o Governo porque os próprios ministros do seu partido andam a dar notícias para a comunicação social de que também estavam contra a TSU”.
Para Marinho Pinto, Passos Coelho também não lidera o próprio partido “porque são, cada vez mais, as vozes” do PSD “a estar contra estas medidas”, reiterando a necessidade de um governo de salvação nacional.
SR(SF/SMA)
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Ele há cada um que, sinceramente, não sei se me apetece chorar ou rir!
Pensava eu, ate ler alguns comentários aqui, que o governo andaria na lua, em completa ausencia de sentido da realidade social mas, afinal, apercebi-me que não é só o governo...há quem (poucos felizmente) que tambem revelam essa insensibilidade e ausência do REAL.
Dizer que Passos Coelho mexeu nos "interesses o****ltos" é tão absurdo e surreal que quase nem merecia comentar, afinal de contas, se analisarmos as medidas tomadas, com rigor e isenção, é muito fácil perceber (para pessoas minimamente atentas ou inteligentes) quem tem estado a pagar a fatura de tudo isto...a CLASSE MÉDIA, como sempre. Seja por aumentos nos transportes e supressão de carreiras de transportes (ou seja serviço pior e mais caro), seja na saude com aumentos das taxas moderadoras de TODOS OS SERVIÇOS ao mesmo tempo que se diminui comparticipações nos medicamentos (impossibilitando a ida ao medico de muita gente com parcos re****rsos), seja nas escolas, com diminuição de professores e aumentos das propinas (tambem aqui, um pior serviço mas mais caro, levando muitos a abandonar os estudos), seja pela gritante alteração do código laboral onde, NÃO HÁ UM ÚNICO PONTO FAVORÁVEL A QUEM TRABALHA, isto é, os direitos mais básicos dos trabalhadores foram suprimidos, em nome duma pseudo-competitividade, que mais não fez do que traduzir a real intenção do governo de BAIXAR SALÁRIOS, como o "conselheiro" fascista e ****, chamado António Borges que, comodamente se encontra ao fresco nos Estados Unidos....Enfim, falar desta total e chocante ausência de equidade na repartição dos sacrificios é por demais evidente que nem merecia todas estas minhas referencias...Por outro lado, quando se fazem análises COMPARATIVAS, das taxas de desemprego, filas de espera, ****idados de saude, etc, é ÓBVIO, que se fazem com base em indicadores que foram AMPLAMENTE divulgados, por isso se conseguem estabelecer COMPARATIVOS E DIZER QUE AS TAXAS SUBIRAM OU DESCERAM.. quem não viu ou não sabe que isso assim funciona ou é distraída ou é mesmo in****lta...
Quanto se diz que o importante é o governo ter paz para governar, bem...é outra coisa surreal! Vejamos: O homem apresenta-se nas eleições como o salvador da pátria, o outro anterior era o diabo em pessoa, segundo dizia, o causador de todos os males de portugal e do mundo, passou todo o tempo a minar-lhe o caminho, cá dentro e lá fora (vergonhosamente aliás), a criar instabilidade e confusões, a mentir descaradamente às pessoas, chegando a dizer que "cortar subsidio de ferias e natal era um disparate" e outras barbaridades mais, chegou ao governo FEZ E FAZ TUDO AO CONTRÁRIO DO QUE DISSE, tem semeado a instabilidade social com as medidas que sobrecarregam sempre os mesmos (classe média), já não agrada a ninguém, nem trabalhadores, nem empresários, nem a sociedade em geral (tirando os que ganharam o tachito), porque já toda a gente viu, mesmo não sendo economistas, que a utilização cega da austeridade NÃO FUNCIONA EM PARTE NENHUMA DO MUNDO, usou e abusou da licenciatura do outro para achincalhar quando afinal a esmagadora maioria do governo é composta por gente sem nivel nenhum, a começar por esse vigarista do Relvas (doutor da mula russa que nem um ano de fa****ldade fez, um oportunista sem escrupulos e incompetente que devia ter vergonha na cara e ido embora mas que só não vai porque se lhe acabar o tacho de ministro ninguém o quer em empresa nenhuma) passando por outros ministros que acabaram ****rsos (sabe-se lá), com médias "brilhantes" de 10 e 11 valores.... Enfim...é esta corja que na optica de alguns merece governar...TRISTE PORTUGAL!
O problema, é o facto do Dr. PASSOS COELHO, estar a mexer nos podres, (Interesses o****ltos), neste País.
Porque é que na comunicação social, os níveis de desemprego,falências,colocação professores,listas espera na saúde, falta ****idados médicos, etc, etc,etc... antes da sua governação, não são divulgados? Qual a razão de, nas entrevistas não lhe permitirem tempo para responder? tal como aos outros?
A ida ao teatro com a esposa, ter sido altamente noticiada? Não pode ter vida pessoal?
Essas vozes que tanto alarmismo fazem na comunicação social, a fingir proteger o povo, onde estavam antes do seu governo? No paraíso? Não me parece.
Interesses partidários?
Medo perder as subvenções, os bónus, as regalias?




















