
Rede de cuidados continuados continuará a crescer a um ritmo adequado às finanças do país - UMCCI
Porto, 30 jun (Lusa) - A coordenadora da Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados (UMCCI), Inês Guerreiro, disse ter obtido do Governo a garantia de que a rede terá continuidade, com um ritmo de crescimento adequado à capacidade financeira atual.
Inês Guerreiro admitiu, em declarações à Lusa, que o processo sofreu uma paragem em relação ao que tinha sido planeado em 2005, mas considerou que esse abrandamento se deve à situação de crise que se vive no país e "não à falta de sensibilidade política" para o problema.
"A garantia - através, inclusivamente, das recomendações da Troika - é de que a rede de cuidados continuados não vai acabar, antes pelo contrário, é considerada fundamental. As pessoas não podem é sonhar que é possível desenvolver mais despesa no sistema de saúde se não retirarmos despesa de onde ela já está e, para isso, há que redimensionar e racionalizar, ou seja, é preciso fazer escolhas e traçar prioridades", considerou.
A coordenadora da UMCCI entende que "a solução não é reforçar os hospitais, que já existem em tamanho e número mais do que suficiente, o que é preciso é criar alternativas de resposta na comunidade que sejam de natureza preventiva, recuperadora e paliativa".






































