
80% das frutas e legumes vendidos nos hipermercados são nacionais - APED
Lisboa, 21 jul (Lusa) - Cerca de 80 por cento dos produtos hortofrutícolas disponíveis nas grandes superfícies são produzidos em Portugal, segundo dados da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
A APED salienta que as empresas de distribuição trabalham com mais de 8.000 agricultores e organizações setoriais, mas aponta ainda alguns problemas ao setor, nomeadamente a disponibilidade de produtos nacionais durante todo o ano decorrente da sazonalidade da produção.
Os distribuidores consideram também que é necessário que ambos os setores melhorem a eficiência das suas estruturas para fazer face às exigências do mercado e promover parcerias que garantam o escoamento com continuidade de oferta ao consumidor.
De acordo com a APED, a escolha de parceiros nacionais tem algumas vantagens: melhor conhecimento das preferências dos consumidores portugueses, frescura dos produtos devido à logística dos transportes e menos custos ambientais.
A produção e a distribuição têm mantido relações tensas que pioraram em maio, devido às promoções de uma grande cadeia de hipermercados.
Na altura, os agricultores questionaram as elevadas margens da distribuição e queixaram-se de estar a pagar os descontos oferecidos aos clientes e a ministra da Agricultura admitiu ser necessário regular as relações contratuais na cadeia alimentar.
O Governo criou no ano passado uma Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA) que integra várias entidades representativas desta cadeia, como os representantes da indústria (CIP), dos agricultores (CAP e CNA) e da distribuição (APED).
No seu primeiro relatório, divulgado em maio, a PARCA concluiu que "a produção agrícola não conseguiu fazer repercutir nos preços de venda o grande aumento dos custos de produção, o que teve um impacto fortemente negativo sobre as margens dos agricultores", já que o preço implícito no produto agrícola teve uma diminuição real de 26 por cento entre 2005 e 2011.
A PARCA acrescenta que "as dificuldades dos agricultores em repercutir nos respetivos preços de venda o grande aumento dos custos de produção" condizem com a análise da Autoridade da Concorrência aos contratos entre celebrados entre distribuidores e fornecedores e que revelam "um desequilíbrio negocial entre as duas partes, com preponderância para os primeiros".
RCR
Lusa/fim







































SERA´???? E NIVEL DE PESTICIDAS .
E O KE PAGAM AOS PRODUTORES SERA´JUSTO....???
OU OS COMILOES DOS INTERMEDIARIOS KE NADA PRODUZEM ,E´KE TEEEM O LUCRO MAIOR???
INCENTIVO A´PRODUÇAO 100% NACIONAL,DE ACORDO TOTAL.....
MAS COM PREÇOS ACESSIVEIS E COM QUALIDADE.
QUEM CONHECE O MEIO, NÃO ACREDITA EM NADA DISTO, É APENAS FAIXADA, CASO CONTRÁRIO COMO EXPLICAM O DEFICE NAS IMPORTAÇÕES QUE PORTUGAL TEM?
È COMO A HISTÓRIA DE AS G. SUPERFICIES ESTAREM ABERTAS AO DOMINGO, E QUE ANUNCIARAM QUE IRIAM CRIAR MAIS POSTOS DE TRABALHO?
ALGUÉM OS VIU, CASO CONTRÁRIO COMO SE JUSTIFICA O AUMENTO DOS DESEMPREGADOS?
O QUE SE VIU FOI O AUMENTO DE ILHAS PARA SE FAZER O PAGAMENTO AUTOMÁTICO, AS CELEBRES MÁQUINAS QUE AMAM OS DESEMPREGADOS!