
Prejuízo do Setor Empresarial do Estado duplicou no 1.º trimestre para 316 M€
Lisboa, 01 jun (Lusa) - O setor empresarial do Estado (SEE), exceto empresas financeiras, registou um prejuízo de 316 milhões de euros no primeiro trimestre de 2012, mais do que duplicando (105 por cento) os 154 milhões homólogos de 2011.
A informação consta do Boletim Informativo sobre o SEE, datado de 15 de maio, divulgado hoje no sítio da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) na internet.
Aquela evolução é atribuída em particular ao agravamento em 69 por cento dos resultados financeiros negativos, que passaram de 199 milhões de euros para 336 milhões, resultantes, por sua vez, do aumento dos juros e de perdas com operações financeiras.
O documento adianta ainda que o endividamento ascende a 30,6 mil milhões de euros, mais 4,7 por do que no mesmo período de 2011, com os transportes a representarem cerca de um terço do total.
Por efeitos de consistência da comparação, o relatório trata um subconjunto sem as entidades públicas empresariais do setor da saúde, a Parpública e a Estradas de Portugal. No subconjunto que resulta desta separação, os prejuízos ascendem a 240 milhões, mais 94,9 por cento homólogos.
O volume de negócios do SEE - sem saúde, Parpública e Estradas de Portugal - aumentou quatro por cento, para 543 milhões de euros, graças em particular ao setor dos transportes, que faturou mais 18,5 por cento, para 132 milhões de euros, no qual, por sua vez, avulta a subida em 112 por cento das receitas do Metro do Porto, que encaixou 22 milhões de euros.
Neste setor, aliás, todas as empresas apresentam aumentos de faturação: Metro de Lisboa (11,5 por cento), Serviços de Transportes Coletivos do Porto (9,8 por cento), Carris e CP, ambos com aumentos de 6,2 por cento.
Por outro lado, todas as empresas reduziram os seus custos salariais, que no conjunto considerado do SEE baixaram 14 por cento, para 257 milhões de euros, com as maiores reduções absolutas a ocorrerem nos CTT (10 milhões).
O documento dá ainda conta do prazo médio de pagamento das empresas do SEE, com uma média de 71 dias, um agravamento face aos 69 homólogos.
RN.
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É DO SOCRASTE AINDA ESTAR NO GOVERN, AFINAL O SOCRASTE EM 6 ANOS FEZ O
QUE FEZ MAS ESTE GOVERNO DE CÁCA SO EM 1 ANO OLHEM QUE DUPLICOU ENFIM
CONTINUA A LENGA-LENGA DO PSD O PARTIDO QUE SÓ CRITICA E NO FINAL AINDA CONSEGUE SER PIOR DOS QUE LÁ ESTAVAM VERGONHOSO CADA DIA QUE PASSA
TENHO MAIS NOJO DE VIVER NESTE PAIS DE CHULOS E PALHAÇOS E OLHEM QUE UMA
PARTE DO POVO TEM GRANDES ****LPAS POR SEREM UNS RABELOS UNS PACÓVIOS.
foram a reboque da UE, para numa pura atitude revanchista, castigar os portugueses como um todo.
Lamento mas só assim consegue-se contornar a censura
PPC e o seu pessoal de direita, pseudo faschos e socialmente revanchistas,
Afinal tanta conversa para ficarmos iguais ou piores que no tempo do asno grande d0 menino de ouro de PS.
Este governo de Passos e do psicopata social que é o MF, deve ter sido o pimeiro governo do mundo que decidiu flagelar a sua população, quando todos diziam que era só necessário bater com a cabeça na parede.