BPN: cronologia de uma história interminável
Ainda antes de 2008 e da renúncia do então presidente do BPN já existiam suspeitas de que algo de errado se passava naquele banco.Anos antes, e no âmbito da Operação Furacão, que investigou instituições financeiras e empresas de vários setores da actividade económica por práticas de evasão fiscal entre 2003 e 2005 (práticas essas que terão lesado o Estado em mais de 200 milhões de euros), o nome do BPN já tinha vindo à baila.Contudo, só mais tarde foram tornadas públicas as primeiras descobertas. Oliveira e Costa é detido, tendo ficado em prisão preventiva. Muita tinta correu entretanto até ao seu julgamento, e muitos outros nomes vieram a público, arrastados para o epicentro daquele que ficará na história como o maior abalo financeiro nacional.No final de 2008, o BPN é nacionalizado por recomendação do Banco de Portugal sem, contudo, ter sido apurada uma estimativa dos custos. A Caixa Geral de Depósitos ficou então responsável pela gestão do banco até à sua venda.Foi posteriormente constituída uma primeira comissão de inquérito parlamentar à nacionalização (a segunda aconteceu já em 2012).A justificação inicial e oficial para a nacionalização do BPN foi a de garantir o sistema bancário do país. Mas, passado algum tempo verifica-se uma injecção de capital muito maior que o valor do banco e um listar de fraudes e gestão danosa. Em Dezembro de 2010, o então primeiro-ministro José Sócrates admite que o problema do BPN foi causado por uma gestão danosa que afectou o sistema financeiro e não por uma crise económica.A novela arrasta-se com vários nomes políticos e outras figuras públicas suspeitos de envolvimento, acusações de falta de supervisão por parte do Banco de Portugal, várias fraudes finançeiras ascendendo a vários milhões envolvendo antigos administradores, e uma indefinição dos custos finais para o erário público assim como uma não evidência dos benefícios para o país de tal operação. Até 2011 foram sucessivas as tentativas de reprivatizar o BPN, todas elas sem sucesso. Apenas em Julho de 2011, e após a tomada de posse do atual Governo de Pedro Passos Coelho, a venda do banco foi efetivada. O luso-angolano Banco Big adquiriu o BPN por 40 milhões de euros, um valor polémico e considerado muito abaixo do razoável.A 24 de Outubro de 2011, a Comissão Europeia abre uma investigação sobre a nacionalização do banco. Esta investigação surge pela falta de resposta do Estado português aos pedidos de informação sobre a nacionalização, algo a que está obrigado pela Lei comunitária. Já em 2012, o caso BPN volta a ser marcado pela segunda comissão de inquérito parlamentar, que agora terminou. O Governador do Banco de Portugal afirmou, a este propósito, no Parlamento, que serão aplicadas sanções a 23 arguidos.
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Só Bla, bla,bla.
Até quando se vai manter um apodrecer de uma situação que cheira de modo nauseabundo e sem explicações plausíveis para os portugueses.
Todos os governantes sem excepção, desde o Presidente da República, até ao atual governo são do mesmo modo c(u)lpados neste crime diabólico prepertrado contra todos os portugueses que estão e terão de pagar a fatia da despesa de tamanho ROUBO DE UM PATRIMÓNIO NACIONAL.
Cambada de corruptos e ladrões todos os que estão envolvidos neste tenebroso CRIME.
Até quando vamos a assistir a tamanha impunidade.
Cadê a verdade sobre o 25 de Abril, sobre o caso Camrate, sobre o Apito Dourado, sobre a Casa Pia, sobre o BPN e o BPP e sobre tantos e tantos CRIMES DIABÓLICOS que a dita Justiça tem deixado passar em claro, num autentico goso e abuso dos valores mais sérios e nobres desta Pátria.
Abaixo a CORRUPÇÃO VERGONHOSA que se pratica em Portugal.
Todos os c(u)lpados, sem excepção, deveriam ser julgados de forma exemplar, mas a que ponto se chegou?
Omissão, descaso, negligência, trafico de influência, corrupção, compadrio e total Impunidade.
Tenho vergonha de dizer que sou português.



































