"Não confundo determinação com intransigência" - Passos Coelho sobre a TSU

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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho (C), acompanhado pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar (E) e pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas (D), intervém durante o debate quinzenal, o primeiro após o anúncio das novas medidas de austeridade e das divergências públicas entre os parceiros da coligação, na Assembleia da República, em Lisboa, 21 de setembro de 2012. TIAGO PETINGA / LUSA
Lisboa, 21 set (Lusa) - O primeiro-ministro afirmou hoje, no Parlamento, a propósito da contestação às mudanças na Taxa Social Única (TSU), que nunca confundirá o seu objetivo em ser determinado no plano político com uma atitude de intransigência.
Pedro Passos Coelho respondia ao secretário-geral do PS, António José Seguro, que lhe perguntara se o Governo vai recuar na decisão de aumentar em sete pontos as contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores.
"Tive já a ocasião de dizer [ao líder parlamentar do CDS] que o Governo não é cego, nem surdo, nem ficará mudo. Já recebi os parceiros sociais [na quinta-feira em São Bento] que subscreveram o acordo social, receberei hoje a CGTP-IN. E a uns já disse que o Governo se disponibilizou para discutir esta matéria [TSU]", referiu.
Antes de esclarecer qual será a sua conduta política face às políticas de austeridade a adotar no próximo ano.
"Eu posso ser muito determinado, mas não confundo determinação com intransigência", disse, sendo aplaudido pelas bancadas da maioria PSD/CDS.
Nesta fase do debate, o secretário-geral do PS também confrontou o primeiro-ministro se era verdade que, na sequência das a introduzir no IRS, os portugueses iriam perder metade do salário - notícia publicada no Correio da Manhã.
"Senhor deputado [António José Seguro], eu não sou diretor do Correio da Manhã. Portanto, penso que o senhor deputado se equivocou no destinatário da pergunta", afirmou.
PMF
Este láparo não é o mais perigoso deste governo, apesar de ser o chefe.
É que ele foi para aquele lugar, sem saber ler nem escrever, ultrapassou algumas pessoas indubitavelmente mais válidas dentro do seu próprio partido, guindado e apadrinhado pelo "mafioso" negociante Ângelo Gonorreia, aquele ministro dos pregos nas greves da CP, lembram-se?
sempre com aquelas palavras mansas, aquele ar de muito boa pessoa e bom católico, aquele antigo ministro foi e é dos maiores chulos do Estado e até continua a receber, de forma ignóbil e imoral, uma subvenção vitalícia paga por muitos que estão a ser sacrificados e espoliados por este governo .
Perdeu toda vergonha, como todos os vigaristas e ladrões, mas quem o ouve, parece um santo que não deixará de ser beatificado.
Grande filho da meretriz. Conseguiu transmitir tudo isso ao láparo que, como bom aluno e actor o imita com rigor.
Saliento, no entanto, que o pior da fita, o mais perigoso para Portugal, o ideólogo de toda esta política económica e financeira é o ministro das finanças, vendido aos alemães, mais exactamente ao ministro das finanças daquele país que o elogia pelo seu antipatriotismo e anda a ver se para ele consegue um lugar de importância internacional quando se desligar do governo.
O chato e sonolento Vitor Gaspar é o mais perigoso, o maior traidor à sua Pátria porque tem toda a proteção vinda do estrangeiro. Esse ficará na História como o Miguel de Vasconcelos do Sec. XXI.















