Portugal e Grécia “no meio de depressão”, Europa a cair em recessão - ONU

L
epa02736411 An illustration photo shows two 1-Euro coins with a national Portuguese (L) and a national Greek backside (R), arranged on a table in Cologne, Germany, 16 May 2011. European Union Economy Commissioner Olli Rehn criticized Greece on 16 May for its slow pace of reform, hours before eurozone finance ministers were due to discuss the country's debt problems at a meeting in Brussels. Rehn also called upon Germany to support the 78-billion-euro rescue package for Portugal, which the EU finance ministers were due to decide about at their meeting in Brussels. EPA/OLIVER BERG
Nova Iorque, 12 set (Lusa) - Portugal e Grécia estão "no meio da depressão" económica, enquanto na Europa o abrandamento ou recessão se torna regra geral, afirma a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).
Intitulado "Políticas para o Crescimento Inclusivo e Equilibrado", o relatório da UNCTAD hoje divulgado refere que este ano "quase todos os países europeus vão registar desaceleração de crescimento (França, Alemanha, Suécia), ou cair em recessão (Hungria, Itália, Holanda, Espanha e Reino Unido).
"Entretanto, Portugal e Grécia estão já no meio de uma depressão económica", refere o relatório, que cita apenas Noruega e Islândia como exceções na Europa, registando uma aceleração das suas economias.
Com outras opções limitadas, nomeadamente a nível de políticas monetárias, o foco das autoridades para estimular o crescimento e a competitividade são as reformas estruturais, incluindo redução de proteção laboral, cortes a nível da administração pública e prestações sociais, ou liberalização dos setores de energia e retalho.
Ao nível das privatizações, Portugal está entre os países citados pela UNCTAD como mais ativos, juntamente com Grécia, Irlanda e Europa Central e de Leste.
O relatório foca-se também sobre a questão da igualdade de rendimentos e apresenta Portugal como um dos países europeus em que, desde o início da década de 1980, os rendimentos do um por cento de contribuintes mais ricos registaram maior aumento, a par de Finlândia, Irlanda, Itália e Noruega.
O documento, apresentado em Genebra, Suíça, adverte que o crescimento está a desacelerar em todas as regiões do mundo, paralisado, em parte, pelas medidas de austeridade que estão a prejudicar a procura nos mercados dos principais países desenvolvidos, reduzindo assim as perspetivas de exportação dos países em desenvolvimento.
Sustenta que a austeridade fiscal e a diminuição salarial não produziram os resultados esperados e estão a enfraquecer ainda mais o crescimento nos países desenvolvidos.
Um número de países em desenvolvimento está a realizar políticas que apoiam a procura doméstica - indica -, mas estas não serão suficientes se o crescimento não atingir as grandes economias avançadas.
O crescimento global caiu de 4,1 por cento em 2010 para 2,7 por cento em 2011 e vai continuar a abrandar para 2,3 por cento este ano.
O relatório avança uma queda nos países desenvolvidos para um crescimento de apenas um por cento este ano - uma combinação de uma recessão renovada na União Europeia com o crescimento de cerca de dois por cento nos Estados Unidos e Japão.
A expansão económica nas economias em desenvolvimento e em transição deverá ser mais forte ao longo de 2012 - cinco e quatro por cento, respetivamente -, mas também abaixo de anos anteriores.
PDF (CSR).
As pessoas que descontavam para Fundos de Pensões, fundos esses que eram geridos para garantir as reformas das pessoas como o Fundo de Pensões da PT, o Fundo de Pensões dos Bancários e outros esses sim ao serem transferidos para a SS ou para o Estado, foram de facto ROUBADOS assim como seria um roubo se transferissem os meus PPR.s para o Estado!... Eu disse isso em vários fóruns e ninguém me deu razão!.... mesmo naqueles onde estava a Dr.ª Manuela Ferreira Leite!
Se agora me levarem os PPR.s e depois os meus depósitos (inhos) a prazo é um roubo igual!...
Mas a questão principal é abrir um precedente e depois tudo pode acontecer!... O actual Ministro das Finanças queria ter total liberdade par debitar contas ... à Ordem!
Nem os Ministros das Finanças de Salazar tiveram tamanho atrevimento!
De notar que Salazar morreu POBRE e que não acontecerá com os 1.ºs ministros e PR depois de 25 de Abril de 1974
















