PSD diz que Seguro "não devia ter memória de peixe de aquário" e devia pensar mais no país

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Luis Campos Ferreira, presidente da Comissão de Economia e Obras Públicas, na Assembleia da República, Lisboa, 21 abril 2012. JOSE SENA GOULAO/LUSA
Porto, 23 set (Lusa) – O deputado social-democrata Luís Campos Ferreira disse hoje, no Porto, que António José Seguro e o PS “não deviam ter memória de peixe de aquário” e que “deviam pensar mais no país e menos na sua tática de conveniência partidária”.
Luís Campos Ferreira reagia a declarações proferidas sábado pelo líder do PS que reiterava a intenção do seu partido votar contra o Orçamento de Estado, apesar de desistir da moção de censura na sequência do recuo do Governo na Taxa Social Única.
“O país tem neste momento uma péssima imagem dos políticos exatamente por haver pessoas com responsabilidade como António José Seguro que tem um discurso ajeitado às circunstâncias, ajeitado às sondagens, um discurso do ‘deixa ver o que é que agrada mais neste momento’”, afirmou.
O deputado social-democrata considerou que o PS e o seu líder “deviam olhar menos para o seu interesse enquanto partido e mais para aquilo que é o interesse público e não serem protagonistas de uma política de banca rota, que Portugal tem a todo o custo que evitar”.
“Deviam aprender com a lição de que Portugal não pode voltar a ter um governo como o último governo socialista que em seis anos duplicou a dívida de 90 mil milhões para 174 mil milhões. Foi o país da Europa que mais se endividou”, disse.
O social-democrata entende que Seguro “devia aguardar por aquilo que é a negociação por parte do Governo, que demonstrou uma grande sensibilidade para aquilo que se passa no país e para aquilo que o país disse em relação às medidas anunciadas”.
“O governo teve a sensibilidade de perceber o país e vai amanhã mesmo [segunda-feira] ter uma negociação com os parceiros sociais de forma a encontrar aquilo que é uma solução orçamental que passe pela criação de emprego, por alavancar a economia, mas também pelo acertar das finanças públicas”, sustentou.
Assim, defende o deputado do PSD, Seguro “não se devia precipitar e devia colaborar com serenidade naquilo que é uma coesão nacional de saída e de solução para este tempos difíceis que Portugal vive”.
“António José Seguro devia aprender a lição de que Portugal não pode voltar a ter um governo como o último governo socialista, que nos últimos três anos, 2008, 2009 e 2010, fez 40 por cento das Parcerias Público Privadas (PPP). Deve aprender com a lição de que Portugal não pode voltar a ter um governo que o conduza á banca rota e a esta situação de resgate internacional”, afirmou.
Mas, acrescentou, “António José Seguro também não pode tentar passar entre os pingos da chuva sem se molhar. Não pode ter em relação à troika o discurso de ‘agarrem-me, agarrem-me senão rasgo o memorando, mas agarrem-me’. Não pode ter este discurso, tem de ter um discurso claro”.
“Nós precisamos de saber se António José Seguro quer cumprir o memorando que o governo socialista assinou com a troika ou não quer cumprir esse memorando. Precisamos de saber se Seguro quer que Portugal continue na zona euro ou quer que Portugal saia da zona euro. É isso que nestes tempos difíceis se exige ao principal líder da oposição, que não pode ter aqui memória de peixe de aquário e deve aprender a lição com os erros do partido socialista no passado”, frisou.
Luís Campos Ferreira referiu ainda que “em três intervenções exteriores que tivemos em Portugal, por coincidência, todas elas foram feitas numa altura em que o PS estava no poder. É esta lição que António José Seguro deve aprender e deve por em prática”.
Questionado sobre o mal-estar na coligação governamental, o deputado do PSD afirmou que “a coligação são dois partidos, duas entidades e duas personalidades distintas. Por isso, a coligação é um ajustamento dinâmico daquilo que é o interesse e as convicções desses partidos com o interesse nacional”.
“Penso que a coligação com o PSD saiu robustecida e mais forte daquilo que foi um problema que existiu e toda a gente percebeu. Mas acho que saiu robustecida”, frisou.
PM.
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por falar em "peixes de aquário", acho que este bicho devia ter algum tento na lingua. Na realidade ao olhar para a foto fiquei na dúvida se seria um peixe-porco ou mesmo um porco, com ar bem javardo, com a camisa toda torta e o casaco todo amarrotado (Cá para mim tinha acabado de sair duma almoçarada bem regada, paga por nós claro senão não tinha piada..como o javardo confirma pelo sorriso)...
cambada de imbecis são os maiores ****lpados pela linha politica que levaram este país á ruina,as pessoas duma vez por todas sempre que este governo se é que se pode chamar governo a isto,falar em mais um imposto é protestar vir para as ruas fazer barulho porque só assim podemos correr com este bando de abutres que paira neste país que ingloba naturalmente tambem o presidente da republica que foi sem duvida o pai do despezismo deste país...
vou dar algumas dicas para ir buscar dinheiro investiguem os politicos que estiveram ligados a governos desde o tempo do cavaco para cá e logo veram boas contas em offsores de milhões alem disto o cancro deste país passa pelas magnificas empresas publico privadas que criaram para os amigos em que só dá milhóes de prejuizo nas fundações foi quem mais ganhou dinheiro sem fazer nada estes camelos deverias ir todos para a cadeia cambada de ladrões ..........
Esteve povo só tenta trancar as portas depois da casa assaltada. Se é certo que não se pode aceitar muitas das medidas que nos querem impor não é menos certo que ninguém quis saber enquanto o país esteve a saque pelo governo anterior. Parece que já ninguém se lembra do aumento brutal do défice, dos ruínosos acordos para várias gerações das parcerias público privadas, dos freeports... e ainda queriam avançar com as megalomanias de aeroportos e TGV's. Já tinhamos o exemplo dos estádios de futebol que engordaram alguns e agora estão ás moscas e a ser pagos por todos nós. Nunca ninguém quis saber até claro está termos de começar a pagar tudo isso. Pensavam que era de borla ?? Pois mas não é ! Enquanto não doeu ninguém se queixou mas agora que dói ...
Caro Campos Ferreira,
Nada de confusões: Seguro não é Sócrates, era oposição no tempo deste no PS!
Quereres colá-los um ao outro, quereres confundi-los é mostrares tu a tua «MEMÓRiA DE AQUÁRIO»:
Já te esqueceste que Sócrates aceitou o disparate de governar sem maioria absoluta???
Onde estava o PSD quando Sócrates era Primeiro Ministro? Voava pelos espaços com asinhas translúcidas?
Já te esqueceste das dívidas feitas mesmo por Cavaco Silva quando era Primeiro Ministro? Quando Durão Barroso esvoaçou para o espaço celestial europeu, disse que o País estava de tangas, te esqueceste?Agora nem elas!! Deixa o Seguro segurar-se, a ver se o País muda a sério!
Certo que na época não existia tanta competição, mas uma coisa é certa quem ainda no presente têm projetos válidos, o POVO VALORIZA!

















