Recuo do Governo é resultado “da luta do povo” – Carvalho da Silva

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Manuel Carvalho da Silva despede-se de uma sindicalista no final do XII Congresso da CGTP/IN, no Centro de Congressos em Lisboa, 28 de janeiro de 2012 . MARIO CRUZ / LUSA
Lisboa, 23 set (Lusa) - O ex-líder da CGTP-IN Carvalho da Silva afirmou hoje que o "recuo" do Governo na TSU é o resultado "da luta do povo" e que a reunião do Conselho de Estado só tentou "lavar a face do Governo".
"Foi encanar a perna à rã, tentar lavar a face ao Governo, tentar provar que está vivo, que mexe e que governa. A reunião não foi para discutir saídas, foi para consolidar, dar credibilidade a uma coisa que já estava concertada em favor e em defesa da manutenção deste Governo", disse à Lusa Manuel Carvalho da Silva.
Carvalho da Silva argumentou que "o recuo" do Governo na Taxa Social Única (TSU) não existiria sem as manifestações de sábado passado, considerando que essa é uma "lição fundamental" a retirar.
"O que determina o caminho da sociedade é a ação ou inação do povo", sublinhou.
O antigo líder sindical falava à Lusa à margem de um debate sobre "os desafios da denúncia ao memorando", no âmbito da preparação do Congresso Democrático das Alternativas, que se realizará a 5 de Outubro, em Lisboa.
"Se o país está à espera que venha da Presidência da República uma alternativa, estamos mal. O recuo que o Governo é obrigado a fazer é resultado da luta do povo, dos trabalhadores portugueses. É preciso é não parar. Foi muito importante que ontem se tivesse mantido aquela movimentação e que haja uma clarificação", argumentou.
Segundo Carvalho da Silva, "já há muitos artistas da política que têm grande responsabilidade nesta situação de descalabrado e que começam a querer repartir, a dizer que isto é um problema de todos e que as manifestações são contra a responsabilidade de todos".
"É muito importante que tenha havido um consenso crítico relativamente à Taxa Social Única e que haja consensos críticos em relação a outras matérias, mas a clarificação das posições para se encontrarem saídas de futuro é outro passo do processo", afirmou.
O Congresso Democrático das Alternativas insere-se neste estádio do processo, ao tentar "encontrar denominadores comuns" a partir das posições das diferentes forças políticas, de organizações diversas, académicos e "cidadãos empenhados".
Questionado sobre uma convergência entre PS, PCP e BE, Carvalho da Silva referiu que uma sondagem recente mostrou que o Governo tem apenas 34 por cento eleitorado e que, portanto, "os que estão de fora, se são a maioria, têm que procurar encontrar sintonias".
"Os compromissos podem ser datados, serem compromissos para alguns grandes objetivos e depois serem reformulados, mas é necessário encontrar isso. Tem que haver uma dinâmica na sociedade que force a exigência de respostas aos problemas das pessoas", argumentou.
Para Carvalho da Silva, as manifestações de sábado mostraram essa necessidade, sendo que a resposta das forças políticas tem que ser responder, sem "tacticismos" a esse desafio.
"Tem que se manter uma unidade de combate contra este desastre, contra este consenso podre que nos trouxe até aqui, mas, ao mesmo tempo darem-se passos de resposta. Nenhuma força política pode ficar a fazer cálculos de como lhe é mais ou menos vantajoso do ponto de vista tático. Há que agir visando estrategicamente resolver os problemas das pessoas", defendeu.
ACL.
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O Sr. Carvalho da Silva, que pertenceu a uma "máquina" bem oleada de uma estrutura sindical, comandada à distância pelo PCP, bem poderia ter ficado calado...
Porque a "marcha atrás" do Governo fica a dever-se ao Povo anónimo que, sem sindicatos e sem partidos políticos, à voz de um ou de outro cidadão que se manifestou nas redes sociais, quis vir para a rua dizer do seu desconforto por uma política sem atavio e sem rumo...
Sr. Carvalho da Silva, Srs. governantes, srs. de****dos, srs. dos partidos e srs. de outros poderes deixem-me dizer-lhes com toda a frontalidade: estamos fartos de todos vós, porque não percebem nada de gerir, de governar, de mandar, de resolver, de defender, de partilhar, de justiça social, de política e de vida. O que sabem é aproveitar-se desta democracia "cancerosa" e nada participativa, com um Parlamento apalhaçado e circense,onde mais de 60% dos Srs. de****dos são advogados que ali "cozinham" as tramas de uma fantochada de uma política.
Esta "maltoza" politiqueira, onde se misturam figurões de gravata e douta voz, como Avôs Soares e Almeida Santos; ald****es de fraque, como Coelhos, Varas, Altinos, Valentins e outros; acrobatas de pa(u)litó,como Farias de Oliveira, Fernandos Gomes, Antónios Borges, Antónios Leite, Basílios Hortas; além de travestidos da esquerda, do centro e da direita, apanhados com a mão no "trombone" da Casa Pia, são um bando de "pardais" que só podem enganar os tolos, os bêbado e as criancinhas. Por acaso, o Avô Soares já se esqueceu que o FMI também o governou a ele, enquanto 1.o Ministro, impondo severas medidas de austeridade ao Povo e ao País ? Ai... este Povo de memória tão banal e fraca...!
Esta é uma democracia doente e pôdre que não gosta de memória histórica e que está pior do que a "outra senhora" ... Que me pode fazer feliz a mim e a muitos milhares de portugueses: falar livremente ? Mas a liberdade tapa a fome ? Estas injustiças maiores que os partidos, o poder na sua generalidade - político, económico e judicial - tem vindo a incrementar, desde o 25 de Abril, só beneficiam - sempre - os mesmos. Esta nova corporação que veio estabelecer-se na sociedade portuguesa - a "maltoza" da política - deu cabo de tudo. Se não lhe dermos, um destes dias cabo da vida, serão eles que nos vão colocar a "pão e a água", porque - porra (des****lpando a expressão) - estamos fartos de trabalhar para tornear e resolver as vigarices dessa gentalha sem classe e sem estadismos...
Chega... vão trabalhar e deixem de desviar... para que o Povo seja feliz e viva com dignidade...
Na área monetária o sistema está controlado, porquê?Compreenda-se, no que respeita à genética do todo português, há sim está viciado. Como combater tal situação?
Meus caros, do campo económico, eu já lá cheguei, temos que constituir mais um BANCO PÚBLICO, sim com determinação e apoio estatal definindo regras relacionadas com o nosso Patriotismo em que o valor HUMANO IMPERA.Sinto a vontade de ter a vontade porque não estou ligado a nenhum destes Empregos. Há! HÁ! Como eu sou genuíno!
Compreenda-se para bem dum povo, se temos um BANCO PÚBLICO, deveremos ter mais um com a colaboração de todos os patriotas Políticos como exemplo para toda a restante população. As administrações deverão ser rotativas com ****rtos espaços de tempo e com uma supervisão adequada aos nossos princípios produtivos. E a TROIKA? UMA SITUAÇÃO É FA****LTAREM-NOS DINHEIRO OUTRA COISA É A SOBERANIA DO NOSSO PARLAMENTO.
Que ninguem se es**** que foi o povo apartidário que saiu á rua. Os portugueses estão fartos de de****dos que falam mas a eles a austeridade não lhes toca, estão fartos de sindicatos que existem para fazer politica em vez de lutarem pelos trabalhadores. Uma boa medida era os salários dos de****dos serem cortados em 35% (embora 30% já fosse muito bom) e acabar com subvenções, motoristas, etc.. Já agora que expliquem porque é que alguns gabinetes na assembleia da republica têm ginásio no interior além de outros luxos. Quem pagou? Claro que foi o Zé Povo. É por mordomias destas que o país ficou na bancarrota.



















